Tudo na vida tem os seus devidos ciclos. Tudo nasce,
desenvolve-se, vive – em todas as respetivas fases - e no final, morre. Todas
as questões inerentes à vida apresentam ciclos. O amor não é exceção…
Ele pode ser representado através de várias formas. Tanto
pela amizade, como pela paixão. Eu amo os meus amigos, mas também amo a minha
família e os vários amores que vou encontrando pela vida. Contudo, todos eles
têm que viver e morrer. Tudo tem um prazo.
Todos eles são criados também por nós. Fazemo-los nascer,
nutrimo-los, desenvolvemo-los e, chegará o dia em que temos que o matar. Por
variadas razões… Mas temos que o fazer! Para (sobre)vivermos. Para levar avante
com isto a que chamamos “vida”.
Na amizade, o amor morre porque os laços criados não se
mantêm iguais, com a mesma intensidade e importância que desde cedo podem
assumir nas nossas vidas. Poderá chegar a um ponto em que o afastamento das
duas partes finda a vida de uma amizade que outrora poderá ter sido muito
forte. …